Um dos poucos bairros projetados em Manaus, a Cachoeirinha foi idealizada em 1892 e recebeu este nome devido às pequenas quedas-d’água que ocorriam quando se chocavam com grandes pedras.
O bairro teve seu primeiro plano de edificação durante o governo de Eduardo Ribeiro, sob responsabilidade do engenheiro Antônio Joaquim de Oliveira Campos. Rodeado pelos igarapés do Educandos, do Mestre Chico, do Quarenta e da Cachoeirinha, o bairro era conhecido pela ótima opção de banho, época em que igarapé não era sinônimo de sujeira.
Outro símbolo local é a ponte Benjamin Constant, herança deixada e marcada pelo material vindo da Inglaterra construída entre os anos 1892 e1895. Há ainda o Mercado Municipal Walter Rayol, construído em 1965, na Praça Benjamin Constant.
Alguns anos depois da construção da ponte, pessoas de diversos lugares começaram a se aglomerar em barracos às margens dos igarapés, formando favelas e colaborando com o início da poluição nos igarapés.
BAIRRO ATUALMENTE
Para dar nova perspectiva ao local foi criado o Programa Social e Ambiental de Igarapés (Prosamin) que realoca famílias de locais onde não existe infraestrutura básica de moradia para outros que possuam tal estrutura. Apesar da iniciativa e da renovação dada ao bairro, o Prosamim não visa resgatar os igarapés, que se mantêm poluídos.
Um dos terminais de ônibus, o T2, está localizado no bairro. De lá, os usuários podem se deslocar para a maioria dos bairros da capital que, apesar de sua utilidade, apresenta problemas no funcionamento e seu fechamento é dado como certo pelo prefeito Arthur Neto. O bairro também abriga uma das unidades da UEA (Universidade do Estado do Amazonas).
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